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Escolhas

outubro 19, 2009

Adoro renovar o corte. Dá um mega trabalho, mas é divertido.

Há várias maneiras de se contar uma (boa) história no audiovisual, e a montagem dela fica baseada nas escolhas: o enquadro, ângulo, sequência – por que esse plano primeiro e não aquele outro?, começo-meio-fim do roteiro e o mais importante como definir o “créme de la créeeme” de todo material. O entrosamento entre montador e diretor é colocado à prova nesse momento por que a cada modificação, se não bem resolvida termina em desgaste para ambos.

No que se diz “créme de la créme” do material, também temos a questão do que entra e o que sai do corte do filme… como definir as cenas mais importantes? Mais difícil ainda, como desapegar de uma cena que não agrega valor ao entendimento final só porque pessoalmente é a favorita ou foi a mais sofrida/difícil de fazer? A melhor coisa é mexer em outro material, dar uns 3 dias de descanso para aquele, se chegamos nesse tipo de, vamos dizer assim, “intimidade”. Fazer parte do processo desde o início pode atar as mãos ao invés de ampliar as possibilidades devido o conhecimento profundo.

Até o próximo corte,

Luanna

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